Com discurso extremista, radical ou open mind, como você se classifica?

Com o desenvolvimento de canais de conversas dos mais diversos, a comunicação se expandiu sem precedentes. Nossas opiniões e pontos de vista podem ser lidos por inúmeras pessoas. Falamos de tudo, com todos! O trânsito de opiniões e ideais possui um fluxo incontrolável!

Esse cenário seria de grande valia para o crescimento de todos, se não fossem os discursos extremistas ou radicais.

Amy Gutman, Presidente da Universidade da Pensilvânia, esclarece que tais discursos geram debates que desabonam a parte oposta, bem como bloqueiam e comprometem ações e reflexões que poderiam beneficiar ambos os lados. 

Os discursos extremistas ocorrem, geralmente, a respeito de assuntos polêmicos e complexos. Por isso mesmo, fazem pouco sentido, afinal, tais tópicos não comportam soluções simplistas. 

Resume-se pessoas a nomes ou adjetivos: petralhas, coxinhas, comunas…. com intuito de desdenhar ou reduzir o outro por sua opinião. O entretenimento entra como campo aberto às agressões verbais e à ridicularização. O desrespeito mútuo é escandalizador em uma organização social uma vez que, a essência da sociedade é a convivência harmoniosa entre seus integrantes. 

O grande perigo desses conflitos é que a base defensável comum perde força e propósito. Aquilo que deveria ser intensamente defendido por ambos se esvai em uma briga de prepotência e poder. Toda a sociedade perde. O debate proveitoso não tem oportunidade de se desenvolver e minam-se, no nascedouro, ideias e soluções preciosas. Tudo isso porque, ao homem orgulhoso, é mais fácil se esconder em posicionamentos inflexíveis do que pensar sobre eles. Assim, o interesse público aguarda, agonizante, o momento de ser o verdadeiro objeto de análise, e não joguete em falas radicais que almejam, em cerne, a supremacia da opinião para a derrocada do seu adversário.

A grande defesa dos discursos radicais é a da paixão pela causa. Nesse sentido, o antigo Senador do Arizona Barry Goldwter falou: “Radicalismo na defesa da liberdade não é vício e moderação na busca da justiça não é virtude”. Sua colocação é completamente compreensível. Não queremos nesse artigo defender a inação ou o morno. A paixão é característica de um bom discurso, mas ela deve ser sempre balizada pela razão e pelo respeito. A liberdade pode ser intensamente defendida, sem necessariamente arrastar à lama aqueles que dela discordam. 

Polarizam-se os debates criando-se pacotes de ideias: ou você aceita TUDO, ou está do “outro lado”. Se entrarmos no jogo do tudo ou nada, corremos o risco de desprestigiar conceitos e soluções inestimáveis da “outra parte”. A rigidez leva ao confinamento da mente. Contrária a isso, Amy Gutman traz o pluralismo, cuja característica é a “open-mind”, como abordagem positiva em questões complexas. Abrir a mente a posicionamentos e sugestões trazem crescimento intelectual e emocional. 

É imperioso ensinar nossos jovens a engajarem-se em debates controversos munidos de respeito e tolerância, de admiração e paixão, a fim de construirmos um futuro. Não de discordâncias ignorantes, mas de verdadeiras soluções buscando a união pela essência do que somos e não afastando-nos pela diferença que imaginamos ter. A fome, a violência, a dor e a impunidade não aguardam o fim dos debates para agirem. Furtivas, elas crescem no tempo perdido nas brigas dos egos.   

O discurso a ser aplaudido é aquele que engrandece a causa sem a mácula da ofensa, se sobrepõe pelos valores que defende e o respeito que rende a seus opositores. Gigantesco é o que cresce sozinho e não o que sobe sobre os outros para parecer maior.

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Menos Empatia, por favor !

A palavra empatia tem sido usada abundantemente nos dias de hoje. As empresas descobriram essa forma positiva de gerir, harmonizar grupos e atingir melhor os clientes. A  habilidade de se colocar no lugar do outro, ou seja, essa condição de solidarizar-se com a situação alheia ou tentar “pensar” como o outro, tem trazido muitas vantagens de forma geral. O que poucos sabem é que essa aptidão possui um desserviço quando não vivenciada ou compreendida em sua integralidade.

As pessoas costumam confundir empatia e compaixão. A diferença é relevante, não só por questão conceitual, mas, principalmente, pela visão produtiva das duas. Na primeira, “sentimos” a dor alheia e isso nos comove, podendo levar à perda de ética, estafa e péssimas decisões. A compaixão é ativa e permite a compreensão do sofrimento alheio sem que sejamos contaminados por ele, eu compreendo e busco transformar. A empatia é reativa.  Não descartamos com isso os aspectos positivos do interesse empático, entre eles, o de nos aproximarmos enquanto seres humanos. Porém, a forte emoção gerada pode prejudicar reflexões e deliberações. Daniel Goleman explica que “os médicos aprendem na faculdade a bloquear essas respostas automáticas. Essa capacidade de se anestesiar parece estar de prontidão na junção temporoparietal e em regiões do córtex pré-frontal, um circuito que estimula a concentração por meio da desconexão das emoções”.

Obviamente, não desejamos aqui que você passe a ter esse tipo de comportamento, se desligando de tudo e todos!! Esse estudo nos traz um guia para o ambiente em que estamos inseridos. Explico: se alguém vem ao nosso encontro nervoso, ou se o ambiente da reunião é tenso podemos, por empatia, nos “contaminar” com esses sentimentos e bloquear o raciocínio.  Consequentemente, as atitudes e decisões serão baseadas no emocional, em detrimento do racional. Precisamos administrar o nosso sofrimento sem ignorar a dor do outro. Essa é uma tarefa desafiadora, porém, se bem gerida, nos leva ao sucesso das atitudes.

A comunicação eficiente é extremamente prejudicada em um cenário de retração de raciocínio por conta de empatia má administrada. Imaginemos: o funcionário entra na sala do RH para um desligamento. Essa situação, na maioria das vezes, é desagradável e constrangedora. O funcionário do RH, geralmente, sente empatia, a “dor” do colaborador ao ser demitido. Assim ocorrendo, muitas vezes, o responsável pela demissão inventa desculpas, não diz o que deveria ser dito, distribui a culpa ou, até mesmo, procrastina o encontro para evitar a situação desagradável, o sofrimento. Nesses momentos, quando é ainda mais evidente a necessidade de controle, Goleman orienta que “conter nosso impulso de sermos empáticos com os sentimentos de outras pessoas pode nos ajudar a tomar decisões melhores quando a enxurrada emocional de alguém ameaça nos sobrepujar.” A conduta empática fará com que a dispensa transcorra de maneira respeitosa e ponderada, evitando a frieza e indiferença. Não podemos evitar ou viver pelo outro o que ele precisa viver, mas podemos colaborar para que a experiência seja o menos traumatizante possível. Adequar a intuição e a deliberação é laborioso, porém gratificante na paz que promove a consciência satisfeita.

A empatia, em um primeiro momento, nos permite um despertamento emocional para o outro, mas a contribuição positiva só ocorrerá, verdadeiramente, na compaixão. Mais do que dividir a dor, é urgente construir o alívio.

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Veja, Pense e Deseje.

Lendo as postagens em diferentes mídias parece-me que nos tornamos especialistas em tudo: política, corona vírus, leis, amamentação… Surge um assunto e logo vem aquela enxurrada de colocações.  Fico pensando: será que deu tempo de nos apropriarmos de estudos, pesquisas, leituras e etc, para nos posicionarmos?  A arte de opinar é sedutora, mas pode nos levar a colocações irrefletidas. Para auxiliar na elaboração de seu texto trago uma estratégia simples e eficiente: VEJA, PENSE E DESEJE.

Vamos lá…..

Na área de interpretação de textos, principalmente na língua Inglesa, existe um recurso que usa as frases I see…, I think…, I wonder…. Podemos fazer uma analogia preciosa e um emprego eficaz em nosso dia a dia.

I SEE quer dizer: eu vejo. Nessa fase, somos convidados a nos conectarmos com dados, textos, planilhas, pesquisas, gráficos…ou seja indicadores objetivos. O grande vilão dessa etapa é que muitas vezes não “queremos VER” e, por isso, acabamos prejudicando toda uma cadeia de raciocínio. Outras vezes, preferimos “ver só o que convém”, demonstrando claramente a nossa parcialidade e inflexibilidade. Não somos obrigados a ter conhecimento sobre dados e estatísticas, sobre correntes e conceitos, mas se vamos fazer uma colocação precisamos, no mínimo, ter contato com quem já fez o estudo e nos traz os dados. Essa é a base da boa argumentação. Sem isso, permanecemos no “achismo”, enganados pelas Fake News e com colocações facilmente refutáveis. Portanto VEJA!!  VEJA, não deixe ser engando por si mesmo. VEJA, não deixe ser enganado por outros. VEJA, mesmo que seja desconfortável. VEJA, mesmo que seja o contrário do que você gostaria. VEJA, pois, essa é uma forma de abrir a sua mente. VEJA, e enxergue a complexibilidade. VEJA ao máximo e será surpreendido ao mínimo. 

I THINK. Depois de ver é o momento de raciocinar sobre o que foi visto. Nesse instante, você é capaz de articular dados, usar seu conhecimento prévio sobre determinado assunto, somar as suas experiencias de vida, interpretar e pensar. Nessa fase, você forma a sua convicção, seu ponto de vista, aquilo que faz sentido para você.

I WONDER, depois de ver e pensar você já pode formular o que gostaria a respeito do tema. Agora sim, propor soluções, manifestar desejo, sugerir ideias, declarar seu sentimento, listar atitudes, dar conselhos… não com autoridade de especialista, mas com a segurança de quem viu e pensou sobre o assunto. Cuidado para que essa fase não se antecipe à primeira (I see). Muitas vezes desejamos algo ou defendemos uma ideia e saímos como loucos para buscar ou adequar dados e realidades ao nosso ponto de vista.   

Em 1633, Galileu foi processado pela Santa Inquisição por defender e divulgar o estudo de Copérnico sobre o planeta girar em torno do sol. Na tentativa de convencer os juízes, levou uma luneta e pediu que olhassem por ela, mesmo assim seus acusadores continuaram a negar as evidências. Apesar de se retratar, Galileu sai do julgamento e diz baixinho: no entanto, ela se move (eppur si muove).  Aprendemos, assim, que não adianta olhar pela luneta, é preciso estar disposto a enxergar o que ela mostra, refletir e então desejar. Apenas querer que o Sol gire em torno da Terra não fará com que ele se mova. E lembre-se que existem discussões pelas quais não vale a pena “matar” ou “morrer”, sussurre e siga em frente!   

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Ruídos na comunicação … como evitar.

Qdo eu falo A e meu chefe entende Z….

Eu sou fã da revista VOCÊ/SA  e vcs não imaginam minha surpresa e felicidade ao ver a capa desse mês : COMO SE COMUNICAR MELHOR.

Ela veio de encontro ao projeto que estou desenvolvendo, onde acredito ser a COMUNICAÇÃO uma das principais necessidades e dificuldades que temos que desenvolver nesses dias de confinamento.

Nunca convivemos tanto com nossos familiares, nossa casa, nosso eu e nunca tivemos que nos adaptar tanto e tão rápido com uma nova forma de trabalho, um novo convívio full time….e o pior ( ou melhor eu acho) ; com zero planejamento.

Acredito piamente que esses dias de Covid-19 com adaptação ao home office  e suas necessidades superaram QUALQUER  primeiro ano de relacionamento, se você já teve ou tem um sabe do que eu estou falando. Aprende-se a contar até um milhão .

Agora a comunicação mudou, seu horário mudou, sua forma de trabalho mudou….seu olhar para os que ama mudou e a saudade aumentou.

E quando você não pode abraçar nem tocar …. só nos resta comunicar-se.

Hoje além das comunicações interpessoais você ainda tem na maioria dos casos  que comunicar o seu produto, seu conteúdo, sua empresa, ficar informada, se atualizar , trabalhar, estudar, comprar, vender e as empresas que não estão tratando desse tema estão perdendo dinheiro e certamente contam com ambientes estressados e equipe desmotivadas e inseguras. 

Estamos a mercê de algo invisível .

E como melhoramos esse cenário? Com a  COMUNICAÇÃO.

Já dizia o saudoso Chacrinha : Quem não se comunica, se trumbica!! E olha que nessa época do “Alô Terezinha” não tínhamos tantos recursos, mas a comunicação sempre foi e sempre será uma habilidade a ser cada vez mais trabalhada, melhorada e desenvolvida. 

É hora de ajustarmos nossas rotas ou melhor, nossa forma de nos comunicar-mos.

Mas como melhoro minha comunicação então Samantha?

Vamos lá….

Um dos maiores deslizes de hoje em dia é não ter clareza sobre o que e como queremos transmitir alguma coisa. 

Mas como melhoro esse entendimento então?

Dicas:

#01- para evitar aquele telefone sem fio, se o teor da conversa for algo mais sério; faça um planejamento prévio para passar a informação de forma clara e concisa;

#02- se precisar anote palavras chaves ou faça um roteiro do que precisa ser falado; 

#03 – não precisa decorar nem ler o que tem que ser falado, mas sim entender e estar seguro sobre o que  você está falando ,isso diminui o seu nervosismo ; 

#04-  atenção qto ao seu volume de voz e expressão corporal… eles representam 75% da mensagem que vc quer passar . Respira, inspira e NÃO pira!!

#05- ouça a opinião do outro, isso é essencial para a tomada de decisões conjuntas e posicionamentos claros.

#06- ouça feedbacks sinceros e se analise após aquela conversa difícil. Veja o que errou e o que pode ser melhorado.

Não esqueça que uma boa comunicação engaja, estimula, uni, passa uma sensação de clareza e o principal, aproxima pessoas.

Alô Alô ,Terezinhaaaaa………

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Aprendendo a falar com Anne with an E.

 Que Anne tem o dom da comunicação e da criatividade vc vai perceber logo no começo. Anne nos mostra o que fazer e o que não fazer nos relacionamentos inter pessoais mas mais do que tudo isso; Anne vai te ganhar pois além dela falar com seus lindos olhos, ela não fala…. declama. Se vc acompanhá-la na sua imaginação fértil, vai com certeza se identificar e se apaixonar. por essa menina.

Se você gosta dos romances da Jane Austen, se gostou de Downton Abbey, então vai amar “Anne With an E”. Os mais diversos e atuais temas são tratadas de uma forma linda em que vc vai se achar tmb… certeza.

Anne com E – prepare-se para chorar com a nova série da Netflix

Breve resenha

A série se baseia num livro da escritora L.M. Montgomery, de 1908, e se passa no início do século XX, na Ilha do Príncipe Eduardo, no Canadá.
Anne (Amybeth McNulty) é uma garota órfã que vive entre orfanatos e casas adotivas, desde que tinha 3 meses de idade. Naquele tempo as crianças eram entregues para famílias para serem usadas como empregadas, um verdadeiro trabalho escravo infantil e Anne era mais uma dessas crianças que não tinha dado sorte na vida e tinha passado por coisas ruins, até que, aos 13 anos, foi encaminhada, por engano, para a casa de dois irmãos solteiros já idosos, Marilla (Geraldine James) e Matthew Cuthbert (R.H. Thompson). Os irmãos queriam um menino para ajuda-los na fazenda e achavam que uma menina seria inútil.
Aos poucos, Anne vai ganhando espaço na vida dos dois solteirões e acaba sendo adotada por eles.Ela vai sofrer toda uma série de percalços, como enfrentar bullying na nova escola, memórias recorrentes de seu passado, mas vai se adaptando e ganhando o coração de todos.

Anne com E – prepare-se para chorar com a nova série da Netflix

Porque assistir

Anne with an E (Anne com E) mostra como as crianças eram tratadas numa época um bocado cruel, mas também mostra os primeiros passos das mulheres pela liberação feminina. Fala sobre as sufragistas, sobre feminismo e sobre a conscientização das mulheres sobre o espaço que ocupavam numa sociedade ainda machista.

Anne com E – prepare-se para chorar com a nova série da Netflix


Preste atenção

Na abertura da série, pois é maravilhosa. Embora a Netflix permita que se pule a abertura, não deixe de assistir.
As tomadas externas foram filmadas na Ilha do Príncipe Eduardo no Canadá, e o lugar é lindo.
O livro de L.M. Montgomery, sobre a Anne, já vendeu mais de 50 milhões de cópias, tendo sido traduzido para 20 idiomas, já foi filmado mais de uma vez e este não é o primeiro seriado sobre a Anne, existindo inclusive desenho animado sobre o tema e peças musicadas. 
A província da Ilha do Príncipe Eduardo tem todo um turismo voltado para os livros de Montgomery, e a Fazenda Green Gables, onde Anne supostamente viveu, existe.

Anne com E – prepare-se para chorar com a nova série da Netflix

Moda e figurinos

Como a narrativa é rural, então os figurinos de época são bem simples, mas respeitam a moda vigente no início do século XX.
O único detalhe que chama a atenção é o fato de Anne se enfeitar com flores silvestres, dando um toque especial aos cabelos e ao chapéu.
💗💗💗
Prepare o seu coração, pois esta ruivinha, pré-adolescente, geniosa e complicada, vai ganhar você e muitas vezes vai fazer você chorar.Eu sou uma chorona profissional, então nem preciso dizer que chorei de balde, mas mesmo que você tenha um coração mais duro, leve uma caixinha de lenço para perto da tela, antes de começar a assistir Anne with an E, pois as lágrimas vão rolar.

A história é muito fofa, toda a família vai gostar e boa viagem pela criatividade de Anne e pela linda fotografia do seriado.

E que venha logo a Quarta Temporada.

E se vc gosta de livros como eu…. deleite-se!!

Ótima notícia! A biblioteca do Vaticano foi digitalizada e está online!

São 75.000 códices, 85.000 incunábulos e mais de um milhão de livros que foram gradativamente enviados para o site

A antiquíssima Biblioteca Apostólica Vaticana, conhecida por “IVA”, que foi criada oficialmente em 1475, embora todos sabem que na verdade ela é muito mais antiga.
Em 1451, o papa Nicolau V, um conhecidíssimo bibliófilo, quis restabelecer Roma como o centro acadêmico de importância mundial, construindo uma biblioteca relativamente modesta de aproximadamente 1.200 volumes, para tanto, disponibilizou sua própria coleção pessoal de clássicos gregos e romanos em uma bela série de textos trazidos de Constantinopla.

A Biblioteca Apostólica Vaticana recentemente informou que conseguiu finalizar a digitalização de um manuscrito raríssimo de 1600 anos de idade, com fragmentos do texto épico que foi encomendado pelo imperador Augusto no Século I Ac.

Atualmente, a Biblioteca do Vaticano possui cerca de 75.000 códices, 85.000 incunábulos (edições feitas entre a invenção da imprensa e o século 16), em um total de mais de um milhão de livros.

O mais interessante disto é que todas estas preciosidades literárias estão disponíveis online, graças a um trabalho minucioso e cuidadoso de digitalização. Aos poucos, todavia. Você pode conhecer e pesquisar os conteúdos da biblioteca, desde que a pessoa tenha acesso à internet, e o melhor de tudo, baixar seus arquivos clicando AQUI.

papa bento xvi caminha nos corredores da biblioteca vaticana 1451983746622 615x300 - Ótima notícia! A biblioteca do Vaticano foi digitalizada e está online!

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Esquartejamento de Tiradentes e os Gestores


Segundo historiadores, o esquartejamento e exposição de partes do corpo de Tiradentes tinha como objetivo intimidar a população e possíveis movimentos contrários à Administração. Podemos trazer essa prática, de forma bem menos dramática, para as gestões em empresas. As atitudes de um líder ou gestor para com o “erro” de um funcionário geram impacto em toda a equipe. Em uma abordagem tradicional, o funcionário é duramente repreendido e, muitas vezes, na frente da equipe. Isso porque o líder foi impulsivo ou calculadamente usou da situação para enviar a mensagem de que todos fiquem mais atentos aos seus trabalhos.
O movimento da empatia sugere que diante do erro o gestor use de compaixão e curiosidade. Claro que uma parte dele se sente frustrada e exasperada, mas dar vasão a atos reativos não garantirão uma gestão positiva. Seguir alguns passos pode ajudar nesse momento:

  1. Respire fundo: Assim que algo acontecer, respire fundo, faça silêncio e busque um lugar para se reorganizar emocional e mentalmente.
  2. Coloque-se no lugar do outro: Busque recordar algum erro que você cometeu, um deslize e como você se sentiu naquele momento.
  3. Perdoe: Compreender a falibilidade de todos nós é imprescindível para desculpar o erro alheio.
  4. Separe o erro da pessoa: Deixe claro que a desculpa se dá em relação ao indivíduo, mas que isso não implica na aceitação do erro em si.
  5. Tire vantagem: Os erros são poderosos professores, use-os para o crescimento da equipe, dialogue de forma saudável a respeito do que aconteceu.
    Você deve estar pensando que essas atitudes poderão fazer o líder parecer “fraco”. Isso não é o que várias pesquisas e neurocientistas tem afirmado. Emma Seppala, afirma em seu artigo – Porque a compaixão é uma tática gerencial melhor do que a agressividade – que: “nosso cérebro responde mais positivamente a chefes que demonstram empatia conosco… a compaixão e a curiosidade aumentam a lealdade e a confiança da equipe.” Corroborando essa posição trazemos a explicação de James Doty, neurocirurgião da Universidade de Stanford: “um ambiente onde há medo, ansiedade e falta de confiança faz as pessoas se fecharem. Se elas têm medo e ansiedade, a neurociência diz que sua resposta `a ameaça é acionada e seu controle cognitivo é afetado. Como consequência, sua produtividade e criatividade diminuem.”
    A ideia e os argumentos estão lançados, que tal experimentar a compaixão e a criatividade diante do próximo erro? Você correrá o enorme risco de ser admirado!!!

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VC SABE SE COMUNICAR ????

COMO SE COMUNICAR MELHOR ???

Já falamos aqui sobre a FORÇA DAS PALAVRAS ( se vc não viu, te aconselho a dar uma olhada no meu vídeo abaixo ) e hoje vamos dar uma pincelada sobre comunicação em tempos de crise. Uma comunicação bem feita hoje precisa ser uma comunicação que englobe, que tenha clareza, efetividade e rapidez.

Ao toque de caixa estamos tendo que aprender TUDO ou quase tudo sobre o mundo digital mas o mais importante, temos que aprender que na comunicação corporativa não podemos ter ameaças, nem gerar desconforto e muito menos baixa produtividade!! Cuidado com o que escrever no mundo digital para o seu amiguinho, já foi constatado que 50% das mensagens são entendidas de forma ERRADA!!!

Então vamos com algumas dicas para nos sairmos melhores após esse post:

1- Em E-mails : mais usados para comunicações rápidas, PRE CI SAM ser bem escritos ( deixe um dicionário aberto se for o caso…. ninguém precisa ver…rsrs); se precisarem de históricos coloque um anexo ou marque uma reunião para assuntos mais longos. E por favor….. copie SOMENTE as pessoas que tem a ver com a conversa!! #prontofalei

2- Nas reuniões – por favor CUIDADO com o tempo!! Se vc fala muito e perde o foco…. anota do ladinho os ítens mais importantes; se não gosta de falar para a câmera respire fundo, solte os ombros, anota do mesmo jeito os ítens mas olha por cima da câmera, não se preocupe com os outros nem com o seu melhor ângulo, o que importa é ser claro e objetivo.

3- Mensagens – seja em grupos ou particular, cuidado com o que manda e atenção para não mandar conteúdos em grupos errados, seja objetivo mas não um monólogo. Lembre que tem uma pessoa do outro lado. Use emojis e figurinhas se tiver intimidade e se o assunto permitir, eles falam por sí só mas lembre de ter bom senso SEMPRE!

4- Em feedbacks ou feedbroncas – quem conduz a reunião tem que ser empático, começar pelos pontos positivos para depois entrar no que deve ser melhorado. Lembre de se colocar na pele do outro, dar exemplos práticos, descruzar os braços. E para quem ouve, deixe o ego de lado….Anote os pontos negativos, os positivos, coloque suas questões e esteja aberto a melhorias.

Espero que tenha gostado desse POST… até mais HUMANO!

Sobre sapos e entrevistas de emprego…… quem nunca?

E ela se vestiu com a sua roupa mais adequada, colocou o seu melhor sorriso e partiu em busca de um novo trabalho….

Ao entrar na empresa foi anunciada, dirigiu-se à sala PANAMBY passando pelas Real Parque, Morumbi, Brooklin, etc e ao olhar tudo aquilo só pensava em uma coisa: “Caracas que empresa super bacana, quero trabalhar aqui!! A vista era linda , as pessoas modernas, antenadas, simpáticas…. um sonho!!!! Querooooo!!! “

E com esse pensamento e vibe positivas ela entrou na sala de reunião. Chegando lá 02 homens e 01 mulher, todos sérios e na hora britânica marcada começaram a sabatina.

O que ? Qdo ? Como? Pq? E por 1h a mediram e a analisaram em todas as suas atitudes, sorrisos, perguntas, cruzadas de perna, batidas de cabelo…. mas ela precisava quebrar aquela parede de gelo, aquele bloqueio que o mundo corporativo oferecia. Não era singular à aquele local não, é uma característica corporativa geral mesmo .

Ela agia naturalmente e confiava na sua capacidade profissional , experiência ela tinha.

Até que no final da entrevista BINGO…. ela conseguiu espontaneamente falando de sua cachorrinha arrancar sorrisos, identificar pessoas, descruzar os braços…. o bloqueio foi quebrado e a vaga era dela.

E em meio a sorrisos e abraços de despedida, ela conquistou o cargo e saiu feliz. Aquelas pessoas pareciam sim ser as melhores e mais profissionais do mundo… meu Deus como ela estava feliz!! Salário bom, empresa bacana , bairro legal… estava tudo indo super bem e ela chegava onde sempre sonhou. Méritocracia total sabe???

O início até que foi mais amigável , mas todos sem tempo mal olhavam na cara dela e ela focada no seu serviço e com suas já dificuldades tmb foi se fechando . E as semanas foram passando, as pessoas se conhecendo, se revelando e se fechando cada qual cada vez mais no seu mundinho. Os sorrisos não eram mais tão largos nem tão branco e as pessoas não eram assim mais tãooooo amáveis nem tão simpáticas.

Ahhh o mundo corporativo, estigante, interessante, difícil e egóico. Ninguém assume, mas é egóico sim.

E com o decorrer dos meses o brilho em ir até lá foi se apagando, os problemas de relacionamento surgindo . Ela sempre achou que o trabalho não era a parte mais difícil, o difícil mesmo era lidar com as pessoas….

Será verdade mesmo? Quem está “errado nesse processo?

Esse caso acima relatei pra vcs pois acredito que muita gente já passou e passa por isso. Onde está o erro…tipo onde está Wally?? Vou tentar te escrever aqui como tentar amenizar essas situações …sem ter o certo e o errado, vamos apenas aprender com as lições.

Então presta atenção : Precisamos entender que em uma entrevista de emprego, temos não duas pessoas mas sim 04. Calma que já vou te explicar:

O ENTREVISTADO – que se alterna entre o REAL e o IMAGINÁRIO. e o ENTREVISTADOR que tmb tem essas duas versões.

Que fique claro que não falo de manipulação nem de falsidade, falo pq TODOS temos esses dois lados…. não somos os mesmos em casa e nem no trabalho. Temos uma postura em casa e uma profissional ; nosso eu REAL e nosso EU IMAGINÁRIO.

Em uma entrevista de emprego O ENTREVISTADO dá rosto e corpo quase sempre à aquela pessoa imaginária alto astral, risonha, paciente, compreensiva com os amigos e com as intempéries do trabalho… mas e a pessoa REAL, onde está nesse momento mesmo ??

E do outro lado da mesa está tbm O ENTREVISTADOR real e o imaginário ( ambos somos uma pessoa só ); que tem suas qualidades e defeitos.

Resumindo : em uma entrevista geralmente temos um candidato IMAGINÁRIO que fala o que quer e do outro lado alguém que ouve o que quer, peneira o que quer e simpatiza com a imagem que quer de acordo com a sua versão IMAGINÁRIA tmb!

Confuso né?? Segura aí….

Mas e aí, como tentamos então resolver essa situação ?

Tendo uma auto analise pessoal, sabendo dos seus defeitos e qualidades e indo para uma entrevista de emprego com esses pontos bem claros e escritos como um to list sabe , e com a sua parte racional predominando, avaliar através dessa lista o que combina ou não com vc frente e com a empresa, de acordo com a apresentação do candidato.

Tipo brincar de ligar os pontos…. captou?? Eu sou assim mas combino com isso que ele tem, tenho esse defeito X mas ela essa qualidade Y que vai agregar à equipe…..e por aí vai.

Essa dica com certeza vai amenizar suas contratações e te direcionar mais assertivamente aos próximos processos.

Mas e a guria aí de cima? Como ficou? Vou te resumir aqui….

Um novo diretor começou 7 meses depois e mesmo vendo a dificuldade em se relacionar que a guria ainda tinha, ele viu POTENCIAIS nela e em cada um da equipe, sabendo por experiência e maturidade profissional extrair o melhor de cada um deles e trabalhando nessas qualidades e potencialidades ; conseguiu ter todos ao seu lado e faz com que seu setor ganhasse o prêmio de revelação naquele departamento naquele ano . Alô México… eles estão chegando !!

Espero que esse texto te ajude a ter mais consciência na hora de um processo seletivo e que esse príncipe ou princesa escolhidos…. não virem SAPOS após meses de trabalho. E se vc conviver com sapos, que vc saiba extrair deles suas POTENCIALIDADES!!

Pode acreditar que TODOS nós temos algo a agregar. Tarefa difícil mas não impossível para vc que assim como eu, adora um HUMANO e suas histórias!!.

Até o próximo texto e cuide-se HUMANO!

CANDY CRUSH E SUAS METAS…ALGUMA RELAÇÃO??


🔺METAS  e o CANDY CRUSH🔺
Para pensar :
Metas do final do ano que vc faz; não são MUITO difíceis ? Quais delas vc chegou até hoje – 08/04/2020?
Será que não são metas longas demais ? O passo não teria que ser nesse caso maior que a sua perna ?? ? 
Alguns exemplos de metas :me dar bem com aquele chefe ; com aquela pessoa ; pegar firme naquele curso ; focar no inglês ; eliminar 10kgs ; ficar rico …
Tá ok Samantha ; fiz algumas dessas metas sim , não cheguei nem perto ..e agora ? E o Candy Crush?
🟩  Vc já parou para observar o que te estimula no Candy Crush?? São as fases que vão AOS POUCOS ficando mais difíceis !! Imagina se vc já começasse na fase mais difícil … o Candy Crush não seria nunca esse sucesso que é!! 😃Pequenos projetos , pequenas metas , pequenas mudanças , passos mais simples ; assim que realizados TE ESTIMULAM a seguir mais e mais …e assim vc “muda” de fase!!
🍬Quem nunca passou de fase em um joguinho  e já foi para a outra mega animado ???
📍As suas metas tem que ser assim … cumpríreis ; seja no trabalho seja na vida!
Então que tal “filtrar “ aquela sua lista de 31/12; dar uma reduzida nela ; focar em um projeto mais simples ; um planejamento menos audacioso ; ao invés de 10kg – 2kg no mês ??
💃🏼Garanto que vc vai chegar lá … e levar a sua equipe junto !
Bora lá testar?.
😊Tchau Humano ! Te vejo amanhã .


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Me conta o que achou e e se quiser ver mais … te aguardo no FB @samanthapardopalestrante com o vídeo completo.

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